Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
Que ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio pra dar alegria
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4 comentários:
q q rola qdo a gente desiste dessa história de amor?
Acho que ou a gente deprime, ou a gente desencanta de vez... eu ainda nao desisti, mas nunca se sabe...
Oi! Muito obrigado pela visita e comentário no iColetivo.
Curiosidade: como descobriu?
Proposta: não quer enviar um sonho também?
Oi Bruno!
Descobri pelos interesses comuns dos nossos perfis. Quando eu tiver um sonho ou pesadelo interessante eu conto sim!
Alis, interessantissimo o blog! Se eu fosse da area da psicanalise ia fazer minha tese de doutorado em cima, mas eu sou das Letras e da Linguistica.
Muito legal mesmo!!
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